A gestão de Jair Bolsonaro foi marcada por decisões catastróficas que comprometeram profundamente o futuro do Brasil. Sob seu comando, houve o desmonte de políticas públicas, ataques às instituições democráticas e uma gestão econômica desastrosa que resultou em caos financeiro e social. Embora Bolsonaro e seus apoiadores prometessem uma nova era de prosperidade e segurança, o legado foi de desordem e corrupção. Investigações sobre seus crimes ainda estão em fase inicial, prometendo revelar mais sobre o dano causado ao país. Recentemente, a Controladoria-Geral da União (CGU) identificou distorções contábeis de R$ 202 bilhões em cinco ministérios durante o último ano do governo Bolsonaro. Esta auditoria expôs inconsistências significativas em diferentes setores governamentais, elucidando como a administração anterior comprometeu financeiramente o Brasil. O Ministério da Agricultura foi o mais impactado, com distorções de R$ 142,9 bilhões. A maior parte deste valor, R$ 134 bilhões, está relacionada a falhas contábeis no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). As inconsistências envolvem a gestão de imóveis e a contabilização de programas como Fundo de Terras, Reforma Agrária e Funcafé. No Ministério da Educação (MEC), as falhas contabilizaram R$ 17,1 bilhões. Segundo os auditores, as demonstrações financeiras do MEC não refletiam corretamente a situação patrimonial, o resultado financeiro e os fluxos de caixa. Um destaque negativo foi o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), com distorções de R$ 782 milhões, devido a diferenças nos valores contabilizados pelo MEC e os registrados na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil. O Ministério da Saúde também apresentou falhas significativas, totalizando R$ 15,9 bilhões. As inconsistências incluíam problemas nos controles internos de pagamento de despesas, gestão de medicamentos e perda de estoques, indicando uma necessidade urgente de revisão nos processos administrativos. No Ministério da Cidadania, a CGU encontrou distorções de R$ 6,3 bilhões. As falhas estavam relacionadas aos controles de pagamento de benefícios dos programas Auxílio Brasil e Auxílio Gás. Houve autorizações de pagamento a famílias fora do perfil elegível, além de erros no cálculo dos valores a pagar e estornos inadequados. Por fim, o Ministério da Infraestrutura registrou falhas de R$ 20,3 bilhões. Entre as inconsistências, foram detectados registros equivocados nas contas de créditos a receber relacionados às concessões de aeroportos, somando R$ 2,3 bilhões. Leia mais em: