É com grande satisfação que anuncio que este é meu 51º artigo, ultrapassando a marca dos 50 textos escritos. Foram momentos extremamente emocionantes e enriquecedores. Adquiri inúmeros aprendizados e contei diversas histórias ao longo dessa jornada. Inicialmente, comecei a escrever apenas sobre alguns poucos temas, geralmente relacionados a relações internacionais e política. No entanto, devido às pesquisas necessárias para completar e publicar os artigos, desenvolvi uma nova sede por conhecimento. Isso me levou a expandir meus tópicos de interesse desde os primeiros artigos, abordando avanços científicos como a Calixcoca e temas como preconceito e xenofobia sofridos por brasileiros em Portugal. Assim, explorei assuntos que jamais imaginei que fariam parte do meu escopo. À medida que mergulhava em novas áreas, percebia que cada tema abordado abria portas para outros assuntos igualmente fascinantes. Perdi a conta das vezes em que comecei a escrever um artigo e precisei interromper para iniciar outro, a fim de que toda a conexão e o caminho que eu queria seguir fizessem mais sentido. É claro que não possuo uma formação que me respalde por completo ou qualidade para sequer me considerar um escritor amador. Talvez “escritor super amador” seja um título adequado para mim. Contudo, ao olhar para trás, percebo como minha jornada como escritor super amador evoluiu de um foco estreito para uma visão mais ampla e integrada do mundo. Isso me inspirou a continuar explorando, questionando e aprendendo. Cada novo artigo representa uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional, e aguardo ansiosamente para descobrir aonde essa jornada me levará. E no final do dia, acho que o que mais importa para mim é a liberdade de compreender essa posição em que estou e entender minhas limitações, assim como minhas liberdades para explorar temas e, às vezes, terminar com ainda mais questionamentos do que aqueles que tinha quando comecei. No entanto, saber que sempre posso continuar pesquisando e me informando é algo que me motiva profundamente. Eu sei que às vezes divago e expando os artigos para lugares que podem parecer distantes demais, mas, não sei, acho que essa é a beleza da coisa para mim. Mesmo que não seja o ideal ou represente o mais alto nível de qualidade, ao menos é informativo e na maior parte dos casos, possui alguma conexão. Talvez soe um pouco clichê e utilize o mesmo jargão de muitos aqui no Medium, mas, se puderem desculpar, eu recomendo que todos aqueles que têm gosto pela pesquisa e pela informação tentem escrever algo, se desejarem. Se nada mais, isso ajuda você a guardar aquilo que sabe para redescobrir um dia. Agradeço a todos os leitores que me acompanharam até este ponto, e espero que continuem comigo nesta jornada. Tenho muitos outros temas em mente que mal posso esperar para compartilhar, sempre comprometido em trazer conteúdo relevante e inspirador, longe de qualquer fake news. Às vezes, posso expressar críticas com emoção, mas essa é a beleza de ser um escritor super amador, ou talvez super, super amador, não sei. “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.” — Nelson Mandela Com prazer, George Gilligan.